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Produção industrial cresce 0,7% em agosto

Depois da tímida retomada em julho, a Produção Industrial Mensal (PIM), calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta uma nova melhora no ritmo da economia. O indicador aponta uma alta na produção de 0,7%, recuperando uma parte das perdas do primeiro semestre deste ano.

No acumulado do ano, o resultado ainda é negativo: queda de 3,1% da produção. Frente ao mesmo mês do ano anterior, o número é ainda inferior, com queda de 5,4% na produção.

O principal responsável por este resultado positivo é o setor de bens intermediários que avançou 1,1%, interrompendo a sequência de quatro quedas consecutivas. Este segmento da indústria fabrica produtos que são usados como insumos para outras indústrias, como os componentes eletrônicos, autopeças ou fermento.

O segmento de bens de capital, que reflete os investimentos da própria indústria em máquinas e equipamentos, se manteve estável e o setor de bens de consumo produziu 0,8% menos.

 

Fonte: http://economia.ig.com.br/empresas/industria/2014-10-02/producao-industrial-cresce-07-em-agosto.html

 

Produção pro Pré-Sal cresce 11% em agosto

Pela primeira vez a produção total superou os 600 Mboe/d e a de petróleo superou os 500 mil bbl/d no pré-sal.

A produção total de petróleo e gás natural no Brasil no mês de agosto atingiu 2,89 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) por dia, sendo 2,326 milhões de barris diários de petróleo e 90,9 milhões de metros cúbicos de gás natural. O volume é o maior já registrado, superando o do mês anterior, quando a produção de petróleo e gás natural totalizou 2,82 milhões de barris de óleo equivalente por dia. A produção de petróleo também superou a marca de 2,267 milhões de barris por dia, alcançada no mês anterior. Houve aumento de 2,6% na produção de petróleo em relação a julho de 2014 e de 15,7% na comparação com agosto de 2013. A produção de gás natural superou em 3,4% a do mês anterior, de 87,9 milhões de metros cúbicos por dia, e em 18,1% a de agosto de 2013. As informações são do Boletim da Produção da ANP, disponível em - http://www.anp.gov.br/?pg=71248

 

Pré-sal

A produção no pré-sal aumentou 11% em relação ao mês anterior, totalizando 647 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 533 mil barris diários de petróleo e 18,1 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. A produção teve origem em 35 poços, localizados nos campos de Baleia Azul, Baleia Franca, Jubarte, Barracuda, Caratinga, Linguado, Lula, Marlim Leste, Pampo, Sapinhoá, Trilha e nas áreas de Iara e Entorno de Iara. Os poços do “pré-sal” são aqueles cuja produção é realizada no horizonte geológico denominado pré-sal, em campos localizados na área definida no inciso IV do caput do art. 2º da Lei nº 12.351, de 2010.

 

Queima de gás

O aproveitamento do gás natural no mês foi de 95%. A queima de gás natural em agosto foi de 4,549 milhões de metros cúbicos por dia, um aumento de aproximadamente 1% em relação ao mês anterior e de 38,5% em relação a agosto de 2013. Os principais motivos para o aumento da queima de gás natural foram os comissionamentos das plataformas P-55 e P-62, ambas localizadas no campo de Roncador.

 

Campos produtores

Em torno de 91,8% da produção de petróleo e gás natural foram provenientes de campos operados pela Petrobras. Aproximadamente 92,8% da produção de petróleo e 74,1% da produção de gás natural do Brasil foram extraídos de campos marítimos. O campo de Roncador, na bacia de Campos, foi o de maior produção de petróleo, com média de 287,8 mil barris por dia. O maior produtor de gás natural foi o campo de Lula, na bacia de Santos, com média diária de 7,5 milhões de metros cúbicos.

A plataforma P-52, localizada no campo de Roncador, produziu, através de 14 poços a ela interligados, cerca de 132 mil barris de óleo equivalente por dia e foi a unidade com maior produção. Os campos cujos contratos são de acumulações marginais produziram um total de 94,4 barris diários de petróleo e 2 mil metros cúbicos de gás natural por dia. Dentre esses campos, Bom Lugar, operado pela Alvopetro, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, com 35,6 barris de óleo equivalente por dia.

A produção procedente das bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) foi de 170,3 Mboe/d, sendo 139,8 Mbbl/d de petróleo e 4,8 MMm³/d de gás natural. Desse total, 4,1 Mboe/d foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras, sendo 330 boe/d no Estado de Alagoas, 2.048 boe/d na Bahia, 22 boe/d no Espírito Santo, 1.444 boe/d no Rio Grande do Norte e 265 boe/d em Sergipe.

 

Outras informações

Em agosto, 308 concessões, operadas por 23 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Destas, 86 são concessões marítimas e 222 terrestres. Vale ressaltar que, do total das concessões produtoras, duas encontram-se em atividade exploratória e produzindo através de Teste de Longa Duração (TLD) ou Teste de Formação (TFR), e outras seis são relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais.

O grau API médio do petróleo produzido no mês foi de aproximadamente 24,6°, sendo que 9,3 % da produção é considerada óleo leve (>=31°API), 61,3% é óleo médio (>=22°API e <31°API) e 29,4% é óleo pesado (<22°API), de acordo com a classificação da Portaria ANP nº 09/2000.

A produção de petróleo e gás natural no Brasil foi oriunda de 9.012 poços, sendo 830 marítimos e 8.182 terrestres. O campo com o maior número de poços produtores foi Carmópolis, bacia de Sergipe, com 1.105 poços. Marlim, localizado na bacia de Campos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores, 63 no total.

 

Fonte: http://www.anp.gov.br/?pg=72583&m=&t1=&t2=&t3=&t4=&ar=&ps=&cachebust=1412769688966

 

Indústria melhora faturamento e uso da capacidade

A recuperação em julho tem a ver com o maior número de dias úteis em relação ao mês anterior, segundo a Confederação Nacional da Indústria.

A utilização da capacidade instalada e o faturamento da indústria brasileira subiram em julho ante o mês anterior, em parte devido ao maior número de dias úteis em relação a junho, informou nesta quinta-feira (4) a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O uso da capacidade instalada da indústria subiu para 81% em julho, interrompendo sequência de cinco meses de queda, de acordo com dados dessazonalizados, ante dado revisado de junho de 80,4%.

O faturamento real dessazonalizado avançou 1,2% em julho na comparação com o mês anterior, após a forte queda de 6,3 por cento em junho.

As horas trabalhadas na produção aumentaram 2,6% e o emprego recuou 0,2% na mesma comparação. Já a massa salarial caiu 0,2%, enquanto o rendimento médio real teve alta de 0,1%

A CNI atribui parte da melhora dos indicadores industriais ao menor número de dias úteis em junho frente a julho, por conta da realização da Copa do Mundo de futebol, voltando a ressaltar que o quadro continua sendo de dificuldade.

"Mesmo com o crescimento das horas trabalhadas, do faturamento e do uso do parque fabril, o quadro da indústria ainda é de desaquecimento", avaliou a entidade por meio de nota.

No acumulado até julho, o faturamento do setor industrial recuou 5,1% frente a igual período de 2013, enquanto as horas trabalhadas na produção caíram 2,3%.

O emprego industrial encolheu 0,6% de janeiro a julho ante os sete primeiros meses de 2013, enquanto a massa salarial recuou 0,2% na mesma comparação, informou a CNI.

Com forte recuo na indústria e nos investimentos, a economia brasileira registrou contração de 0,6% no segundo trimestre de 2014 e de 0,2% no primeiro trimestre sobre os trimestres anteriores, levando o país a entrar em recessão técnica pela primeira vez em cinco anos, de acordo com o IBGE.

A indústria, especificamente, teve retração de 1,50% no trimestre passado sobre o período anterior, com contração de 3,4% ante o segundo trimestre de 2013, em dados que reforçam a grande dificuldade do setor em crescer.

Na terça-feira (2), o IBGE divulgou que a produção industrial brasileira voltou a crescer em julho depois de cinco meses seguidos de queda, com alta de 0,7% frente a junho, também favorecida pela base de comparação fraca.

 

CNI priora projeção

A recessão técnica da economia brasileira no primeiro semestre e o desempenho ruim da indústria no período levaram a CNI a piorar as projeções para a atividade econômica este ano.

A entidade vê agora o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro avançando apenas 0,5% este ano, ante previsão anterior de expansão de 1%. Para o setor industrial, a CNI estima contração de 1,7%, ante projeção anterior de uma retração de 0,5%.

 

Fonte: http://economia.ig.com.br/empresas/industria/2014-09-04/industria-melhora-faturamento-e-uso-da-capacidade.html

 

MILANO na Rio Oil & Gas 2014

 
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